Educação socioemocional e a nova base curricular é tema de palestra

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A proposta a ser levada às salas de aula nos próximos dois anos representa uma mudança significativa no modo como os conteúdos serão discutidos em classe. A transformação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) deve chegar, por enquanto, apenas nos ensinos infantil e fundamental, mas acabam se refletindo no ensino médio. Com base no autoconhecimento, a discussão sobre como as transformações devem chegar às escolas é a proposta da conversa Educação Sociemocional e a Nova Base Nacional Comum Curricular, na programação do Festival Vida & Arte desta sexta-feira, 22, no Centro de Eventos.

Componente do Movimento pela Base Nacional Comum e ex-secretário municipal da Educação de São Caetano do Sul (SP), André Stábile aponta que a mudança na Base Nacional faz a opção pela educação integral e pelo desenvolvimento humano, tanto cognitivo quanto da memorização dos conteúdos tradicionais. Um dos palestrantes do evento, Stábile reforça que todos os conteúdos devem passar pelo autoconhecimento na medida em que estudam as peculiaridades de cada região e se focam na história a partir dos alunos. “O autoconhecimento não é uma disciplina. Ela está incluída numa área de comportamento geral. A habilidade socioemocional deve fazer parte de todas as áreas de estudo”, indica.

Uma das primeiras lições para as crianças é ensinar a auto-observação. “Ninguém consegue aprender sentindo raiva, sofrendo bulling. A auto-observação ajuda a lidar com a raiva, com a inveja, com a autoestima, que são aspectos humanos”, define ele. A diretora da escola paulista Teia Cultural e neuropsicopedagoga, Georgya Corrêa, avalia o autoconhecimento com um eixo de trabalho desenvolvido pela escola onde é gestora. “Quando você realiza um trabalho focado no aluno e a partir dele, você aumenta o tempo de concentração”, explica.

O primeiro passo é aumentar o tempo de concentração e de exposição do estudante quando ele está com dificuldades em determinada disciplina. O aluno deve ser visto, segundo Georgya, não somente como alguém que tem dificuldade em matemática, por exemplo, mas que tem outras potencialidade. E, ao ajudar a desenvolver essas afinidades, conquistar um tempo maior para as disciplinas onde ele tenha dificuldades.

gestão de equipeNo momento de auto-observação, a diretora julga importante aplicar o minuto de silêncio. “Esse tempo consigo saber se o aluno está ansioso, chateado e, nessas situações, o melhor caminho é o diálogo ao invés de simplesmente exigir conhecimento. É ajudar o aluno a se conhecer, comenta a neuropsicopedagoga.

PROJETO FLORESCER

Serão apresentadas formas de desenvolver habilidades sócioemocionais dentro do ambiente escolar, vinculadas aos conteúdos propostos para as diferentes áreas do conhecimento escolar, no ensino fomal da educação fundamental, pautadas na experiência de 12 anos nessa perspectiva da Escola Teia Multicultural.

Veja matéria completa em:
https://www.opovo.com.br/vidaearte/festivalvidaearte/2018/06/educacao-socioemocional-e-a-nova-base-curricular-e-tema-de-palestra.html

Veja assunto complementar em:
https://www.psicoedu.com.br/2017/05/cinco-competencias-essenciais-na-educacao-emocional.html

Veja mais em:
http://ligianascimento.com.br/medir-gestao-de-equipe/

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